terça-feira, 10 de julho de 2018

Dez atributos dos verdadeiros protetores dos animais




O direito dos animais se fortaleceu no dia 15 de Outubro de 1978, com o surgimento da Declaração Universal dos Direito dos Animais e publicada anos depois, visando conscientizar o ser humano de que os animais possuem direitos naturais, sendo protegido de todas as formas.

O abandono de animais no Brasil ocorre de maneira indiscriminada. Os animais são maltratados das maneiras mais perversas. A adoção responsável deveria ser mais frequente e, a importância da esterelização dos animais domésticos deveria ser promovida com maior intensidade.

Os animais não possuem meios de se defender, não sendo capazes de procurar os seus direitos. A única maneira para que tais crimes sejam evitados é o empenho dos verdadeiros protetores, que não aceitam vê-los sendo maltratados, impedindo que ocorram as crueldades. Mesmo quando não seja possível impedir, é muito importante que se denuncie, pois é inadmissível a inércia da sociedade, assistindo de maneira omissa a maldade dos que cometem esses crimes.

Existem várias possibilidades para impedir o sofrimento dos animais, como, por exemplo, fortalecer as leis, aumentando as penas, desenvolver trabalhos de prevenção e orientação, e, ainda, conscientizar a sociedade através de palestras acerca do tema.

Para ser considerado um protetor de animais é necessário ter uma atitude concreta, em atos constantes, como por exemplo: não basta avisar a um protetor que o animal está sendo maltratado ou ficar na internet simplesmente solicitando ajuda. Fatos como esses, de modo isolado, não caracteriza um protetor, e sim, uma forma de transferir o problema para outra pessoa resolver.

Na constatação de maus-tratos a animais de quaisquer espécies, como abandono, envenenamento, presos constantemente em correntes ou cordas muito curtas, manutenção em lugar anti-higiênico, mutilação, presos em espaço incompatível ao porte do animal ou em local sem iluminação e ventilação, utilização em shows que possam lhes causar lesão, pânico ou estresse, agressão física, exposição a esforço excessivo e animais debilitados (tração), rinhas, etc. –, exerça sua cidadania, vá à delegacia de polícia mais próxima para lavrar o Boletim de Ocorrência (BO), ou compareça à Promotoria de Justiça do Meio Ambiente.

- Atributos dos verdadeiros protetores:

1. Carisma: instila fé, respeito e confiança. Tem uma capacidade especial para enxergar o que para outros requer tempo para pensar. Transmite um forte senso de missão.


2. Consideração individual: prepara, aconselha e instrui as pessoas que precisam. Ouve ativamente os mais antigos e ajuda os novatos.


3. Estimulação intelectual: incentiva os outros a usar a razão e as evidências, em vez de emitir opiniões infundadas. Comunica-se de um jeito que força os demais a reavaliar ideias que jamais haviam questionado.


4. Coragem: defende ideias mesmo que elas não sejam populares. Faz o que é certo para a causa e para os participantes, ainda que isso cause sofrimento pessoal.


5. Segurança: acompanha e honra compromissos. Assume seus atos e aceita responsabilidade pelos erros. Trabalha bem, independentemente de precisar de um comando.


6. Flexibilidade: funciona eficientemente em ambientes de transformação. Consegue lidar com mais de um problema por vez. Sabe expor suas ideias, sem utilizar de reações agressivas. Convence, pela postura.


7. Integridade: faz o que é moral e eticamente correto. Não abusa de privilégios. È um modelo consistente.


8. Discernimento: consegue fazer avaliações objetivas e seguras de situações alternativas de ação por meio de lógica, análise e comparação. Utiliza sua experiência e informação para dar perspectiva a decisões presentes.


9. Respeito aos outros: reconhece e não menospreza as opiniões e o trabalho de outras pessoas, independentemente de status ou posição.


10.Lealdade à causa: respeita a todos, não passando por cima de ninguém, não plagia ideias e nem difama as iniciativas bem sucedidas. Não aceita jamais que pessoas, pratiquem atos que prejudicarão a ideologia. Combate os aproveitadores e os mal intencionados. Valoriza as BOAS AÇÕES.


Autoria: Vininha F. Carvalho 


terça-feira, 19 de junho de 2018

O poder terapêutico do amor incondicional


Quando você pensa em algo que melhore sua saúde, adotar um animal vem à  sua mente?

Dezenas de pesquisas e estudos realizados ao redor do mundo mostram que pessoas que têm animais vivem mais e com melhor qualidade de vida do que as que não têm. Eles trazem benefícios em todas as fases da vida .

Os animais são recomendados para crianças, porque contribuem para o aumento da auto-estima, melhoram a integração, aumentam a capacidade de aprendizagem e diminuem a agressividade. A presença deles estimula o equilíbrio emocional, especialmente de crianças com problemas na escola.

Ensinar a criança a cuidar e respeitar o seu animal de estimação permitirá o desenvolvimento de sentimentos nobres, alicerçados no amor e na inocência, criando um laço profundo de amizade, que no futuro poderá servir de referencia na socialização. O animal faz com que ela se sinta mais segura, pois aprenderá a se relacionar sem os conflitos encontrados no dia-a-dia com seus colegas.

Uma proposta inovadora foi divulgada na Conferencia de Iahaio,a  Declaração Bichos na Escola. O objetivo é aproximar os animais e as crianças no ambiente escolar, visando promover o desenvolvimento individual e, também  tornar o local escolar mais estimulante, aumentando o aprendizado. Esse tipo de projeto já se provou eficaz e interessante tanto para os estudantes como para os animais.

A maioria dos países desenvolvidos tem programas educacionais baseados nessa experiência, onde conseguem motivar os alunos a ter consciência sobre o auto-respeito, o respeito a outras formas de vida e, por conseqüência, à natureza.

Os animais oferecem companhia aos adolescentes, até na prática de esportes, como é o caso dos cães no agility. Eles se sentem autovalorizados ao aprender a conduzir o animal, enquanto despertam para responsabilidade e obrigação, pois o animal é disciplinado através do limite estabelecido.

Em vários países, inclusive no Brasil , hospitais já admitem a presença deles para auxiliar no tratamento e elevar a recuperação dos pacientes.

Os tutores de animais estão entre os que sobrevivem mais tempo após um ataque cardíaco,sofrem menos de depressão,de solidão,de medo e de ansiedade.

A presença deles em casa, também, diminui a pressão sanguínea,os níveis de colesterol e o estresse dos moradores. Os idosos que possuem um animal de estimação gastam menos com médicos.

As caminhadas diárias, realizadas para levá-lo para passear, auxiliam na prevenção de problemas cardíacos e na recuperação de quem sofreu um infarto

Segundo Dennis Turner, fundador da Associação Internacional das Organizações de Interação Homem-Animal, animais podem atuar como terapeutas para crianças, jovens infratores, idosos, deficientes físicos e mentais e até casais em crise. "A presença de um animal de estimação em casa previne doenças psicológicas e até problemas cardíacos, uma vez que os passeios com o animal obrigam o dono a praticar exercícios", afirma.

Uma pesquisa da Universidade de Búfalo (EUA) realizada com 50 casais que tinham animais e 50 que não tinham, demonstrou que lares com animais apresentavam redução de conflitos, ajudando a manter a vida conjugal mais estável.

Escolas, hospitais ou residências , não importa o lugar; conviver com um animal é um dos melhores recursos terapêuticos

Adotar um animal é um verdadeiro plano de saúde, sem restrições e carências, onde todos são beneficiados . Não tem contra indicação. Ele tem uma influencia muito positiva, sendo capaz de estimular as pessoas a encontrarem o equilibrio físico e mental. É o “remédio” na dose certa,  que faz bem em todas as idades!




                       Benefícios á saúde                           

 - Ajuda no combate a depressão

 - Ajuda com autismo

 - Ajuda a fazer exercícios e manter a boa forma física

- Baixa o risco de doenças cardiovasculares

- Baixa os níveis de triglicérides

 - Baixa o nível de colesterol

 - Diminui as chances de desenvolver alergias

  - Melhora o sistema imunológico

   - Melhora o humor

   - Reduz pressão arterial

   - Reduz risco de derrame

   - Resgate da afetividade e sociabilidade

    - Reduz estresse

    - Reduz ansiedade

     - Reduz a solidão

     - Vida mais longa 
Fonte: Vininha F. Carvalho

terça-feira, 12 de junho de 2018

A Copa do Mundo chegou ......e agora ?

Apesar de toda a expectativa pelos jogos, nunca é demais lembrar os problemas que isto irá gerar a todos, principalmente aos animais que serão incapazes de compreender tamanha euforia por algo tão distante da rotina de seus tutores. Alguns tutores irresponsáveis tentam até caracterizar o animal, impondo a eles um sofrimento desnecessário.

Como poderíamos justificar aos animais, ditos irracionais, que somos seres racionais diante de tamanha hipocrisia que constatamos neste período de Copa do Mundo?

As pessoas "embriagadas" pela mídia comemoram algo tão vazio, que para se fazerem notar, precisam fazer muito barulho, enquanto os jogadores se preocupam apenas com si mesmo, e não ouvem a nada que não seja relacionado aos interesses da FIFA.

Os animais acabam se tornando vítimas da situação imposta por este "delírio coletivo". O excesso de barulho gerado pelas cornetas, gritos e fogos de artifícios pode ocasionar nos animais reações adversas, como: palpitações, taquicardia, salivação, tremores, sensação de insuficiência respiratória, falta de ar, náuseas, atordoamento, sensação de irrealidade, desequilíbrio, agressividade, etc... O pânico das explosões pode causar paradas cardiorrespiratórias, perdas auditivas e surdez.

Esse tipo de perturbação provoca na conduta do animal tentativas descontroladas de escapar, incentivada pelo estado de pânico, podendo durar vários minutos e em casos severos podem variar de 1 a várias horas, dependendo do tempo que dure o estímulo (barulho provocado por fogos de artificio)

Alguns animais chegam a sofrer alterações de seu ciclo reprodutivo e há histórico de animais que, pelo trauma, mudam de comportamento para sempre, ficando apáticos ou agressivos.

Os tutores responsáveis são aqueles que não permitem seus animais participem deste tipo de manifestação. O ideal é permitir que eles se acomodem num lugar tranquilo, longe da movimentação das visitas e de alimentos e bebidas que possam provocar distúrbios gastrointestinais. Uma pequena quantidade de bebida alcóolica, por exemplo, em muitos casos é suficiente para causar o coma, podendo leva-lo á morte.

O local adequado oferece janelas e portas vedadas, para reduzir o impacto do som alto. Quanto menos barulho houver, mais seguro ele se sentirá.

A orientação de um veterinário na hora de utilizar a medicação tranquilizante é fundamental para garantir a administração da dose adequada.

A homeopatia e Florais de Bach são opções que podem ajudar os animais a enfrentarem este período tão estressante. Além das medidas de precaução, a homeopatia e os florais de bach, podem ser úteis para diminuir o estresse, o desconforto auditivo e as fobias geradas pelos rojões. Os Florais atuam nas emoções, não possuem componentes químicos e não têm contra-indicações. Mas precisam ser utilizados algum tempo antes.

Aqui vão algumas dicas para manter seus animais a salvo durante as comemorações da Copa:

- Nunca deixe seu animal sozinho em um local onde ele ao se sentir desesperado possa escapar e se perder ou até mesmo se machucar tentando pular os muros.

- Se tiver mais que um animal, evite deixar os animais juntos no momento das explosões de fogos para que não ocorram brigas.

- Não o mantenha acorrentado, pois ele corre risco de enforcamento.

- Portas e portões devem ser trancados para conter eventuais fugas do animal.

- Permita que o animal, independente do porte , eleja o seu enconderijo , mesmo que seja dentro de casa , ou até mesmo embaixo da sua cama.

- O responsável pelo animal deve fazer uma plaqueta, colocar um pedaço de esparadrapo, escrever na coleira bem forte, o nome do animal e telefone para contato em caso de fuga inesperada! Isso facilitará a localização do animal!

A quantidade de anúncios de animais desaparecidos provenientes deste tipo de evento é enorme e, a maioria poderia ser localizada se portasse uma identificação.

No que diz respeito ao animal humano, vale lembrar, que os problemas brasileiros e, em especial, nas cidades - sede, foram “maquiados”, para receberem os jogos deste evento mundial em grande estilo.

O Brasil tem um alto índice de pessoas vivendo em extrema miséria, num nítido contraste entre a ostentação de uma Copa do Mundo e a pobreza plena.



Fonte: Vininha F. Carvalho

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Sintomas associados à queda de pelo em animais


A maioria dos cães e gatos solta pelos o ano inteiro, Isso pode ocorrer por diversos motivos, podendo ser ou não naturais. A queda fisiológica é decorrente do envelhecimento do próprio, ou do folículo do pelo, sua raiz, que cai para que outro nasça no lugar. Ela acontece normalmente em época prevista, e não acontece em um local específico da pelagem do cão, mas de maneira uniforme em todo o corpo. Isso não significa, no entanto, que o cão vai ficar "careca" : a queda somente é percebida com observação, pois os pelos apenas ficam menos densos.

Existem muitos recursos para que essa fase seja enfrentada com o mínimo de transtornos, sendo a escovação frequente uma das dicas mais simples que, se adotada como parte da rotina, oferecerá um bom resultado. Normalmente ocorrem duas trocas sazonais mais intensas: na primavera, substituindo a pelagem por uma mais fina para o verão; e no outono, por uma mais densa e grossa, que tem o objetivo de auxiliar na proteção térmica no inverno.

A queda de pelo em cachorro é normal quando acontece de forma uniforme em todo o corpo do animal e não há a manifestação de nenhuma sintoma, como coceira, vermelhidão, inchaço ou mudança comportamental. Por isso, tenha sempre o cuidado de observar cuidadosamente a pelagem do seu animal de estimação.

Para amenizar a queda de pelo natural dos cães é necessário manter uma dieta saudável. Alguns alimentos e rações para animais podem não conter a quantidade necessária de nutrientes que eles precisam, e isso pode influenciar bastante na quantidade da queda de pelosl.Alguns alimentos são muito secos e, se o animal não consumir bastante água, podem acabar deixando-o desidratado, o que contribui para a queda de pelos. Alguns cachorros também podem apresentar alergias a certos alimentos e esse problema se apresentar na pele, influenciando na queda dos pelos.

Segundo a Dra Camila Coelho e Silva, especialista em dermatologia, da Clínica Cão.com, de Florianópolis – “nos gatos percebemos trocas de pelagem ao longo de todos os meses do ano, intensificando-se também nas épocas de troca de estação, como no caso dos cães. Mas nesses animais a queda tem bastante correlação com fatores de estresse. Quando se sentem desconfortáveis, desconfiados e acuados, soltam mais pelo que o normal.Nas mudanças sazonais, a queda intensa os não deve ultrapassar 30 dias e não produz falhas na pelagem, pois 50% dos pelos estão em fase anágena (de crescimento) e 50% em telógena (de dormência). Quando muitos pelos caem, aqueles folículos que estavam em fase de descanso são ativados. Se a perda de pelos está ocorrendo há muito tempo e existe a presença de outros sinais na pele e nos pelos (opacidade, falhas, odor forte que tende a não desaparecer com banhos, caspas etc.), pode haver outros fatores associados, como as doenças de pele” .

A queda patológica, também conhecida como alopecia, é a queda anormal dos pelos, que pode ter diversas causas. Doenças no pelo ou na pele do animal, como micoses, eczemas e sarna, por exemplo, além de muitas outras, podem ser a causa da queda anormal dos pelos.Outra possível causa está relacionada as doenças infecciosas. A avitaminose, que representa a ausência da vitamina A no corpo, pode causar a queda dos pelos, assim como a perda do brilho e da resistência dos mesmos.

É recomendado consultar um veterinário dermatologista para realizar o tratamento adequado nos casos de sarnas, alergias, micoses, seborreia e foliculite. O controle de ectoparasitas, como pulgas, carrapatos e ácaros da sarna, podem ser feitos mensalmente e também evitam coceiras e perdas de pelagem por arrancamento de pelos.

Na rotina de limpeza da casa para deixar o ambiente livre dos pelos é necessário aspirar. Passar pano úmido também faz com que os pelos sejam mais facilmente removidos. Outra opção bem útil são os rolos de papel adesivo, que podem ser passados em sofás, almofadas e roupas quando os pelos indesejáveis sugirem.

Como podemos perceber, as causas da perda de pelo no cão são muito diversas, mas quem melhor pode determinar sua origem e, também, determinar a solução para este problema é um profissional. Se você perceber que o animal tem menos pelo ultimamente, não tenha dúvida e leve-o ao veterinário para que seja identificada a verdadeira causa.

Autoria: Vininha F. Carvalho