quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Macaco muriqui é definido como símbolo do Caminhos da Serra




Em recente reunião realizada no Centro Cultural Ione Pecly, com a participação dos secretários municipais de Turismo de Cordeiro, Macuco, Bom Jardim, São Sebastião do Alto, Santa Maria Madalena e Trajano de Moraes, na Região Serrana do Rio, foi definido, por votação unânime, que o macaco muriqui passa a ser o símbolo da Região Turística Caminhos da Serra, que abrange 11 cidades da Região Serrana do Rio de Janeiro.

O macaco muriqui (Brachyteles hypoxanthus) é uma espécie endêmica da Mata Atlântica brasileira, presente em toda a região. É o maior primata sul-americano, chegando a pesar até 15 kg. Possui longos braços, cauda preensil e manchas esbranquiçadas na face negra. Prefere ficar nos estratos mais altos da floresta, mas pode descer até o chão.

É uma espécie considerada como “criticamente em perigo” pelo Ibama, por causa da alta fragmentação da Mata Atlântica e da caça. Calcula-se que deva existir pouco mais de 850 indivíduos, localizados em fragmentos de floresta isolados entre si. Apenas o Centro de Primatologia do Rio de Janeiro mantém um programa de reprodução em cativeiro.
Durante a reunião, também foram abordadas as opções de lazer e descanso oferecidas a quem visita a região, como a tranquilidade em meio à natureza e ar puro, que proporciona aos turistas um refúgio da vida agitada dos grandes centros, sendo que boa parte da mata atlântica é protegida por tombamento.


Os esportes de aventura vieram à pauta, com os secretários de turismo discutindo as ações possíveis para fomentar atividades nos ambientes perfeitos para a prática de rapel, voo livre, canoagem, parapente, mountain bike, trilhas ecológicas, tirolesa, arvorismo e outros esportes que priorizam o contato com a natureza.

A região também é ideal para quem gosta de desvendar histórias, conhecer tradições culturais e religiosas, estrutura arquitetônica do período imperial, regionalismo e hábitos interioranos, com muitas fazendas históricas preservadas, igrejas do século XVIII intactas, entre outras maravilhas prontas para serem exploradas
 


(Fonte: G1)

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